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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Movimento - Luna Diniz Aguiar

 Poesia da Sexta 


Movimento


                           Luna Diniz Aguiar
                                                                             Arquitetura e Urbanismo. Campus Cuiabá - UFMT
                                                                           Concurso Literário 'Prof. Sérgio Dalate": Contos e Poemas




Damço.
O rodopio de girar atonta
Um poete do bailando cega
O balanço pelo compasso torna o ritmo único 
A poesia de girar sob os pés me faz etérea 
Noutro mundo venho
E deparo com os aplausos.












sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Poesia de Sexta: FRACALOSSI



                                                POESIA DE SEXTA




Não devemos pedir aos intelectuais
o que não exigimos comum dos mortais.
Depois que importa ?
Afinal,  é  o amor que triunfa
Sim é o amor triunfante
que se sacia em seivas múltiplas
e que se  sacia nas exaltações
dos amores, de ansias de uma alma vibratil
dos teus raros extremos de beleza
os mesmos elementos a se namorar
cabelo, guarda amor em maior tesouro
Neve, rubi, safira, rosa e ouro.
As crianças ficam em paz, com seus brinquedos
a inspiração encontrada numa taça
Não vá afogá-la numa garrafa.
Espiando o vosso destino
é que podeis evitar o infortunio
uma simples lembrança é muita vezes
o laço de uma grande paixão.
Encehi o vosso coração de flores,
depois exultai, exultai.
                                    - Fracalossi

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Poesia de Sexta: Chafariz Dom José


POESIA DE SEXTA


Chafariz Dom José 
(A meu tio, Luiz Robertinho)

                                            
Na Minha terra há cousa secular:
É o chafariz da Praça Dom José, 
De visão pitoresca - algo até.
Oh! maravilha ter que lá voltar

Para rever tão bela obra de arte.
Era lá que se iam buscar água,
Cada qual a contar a sua mágoa, 
Em derredor do velho baluarte.

Há poesia ali (e bem bucólica):
Um canário revoa e a voz eólica 
Traz do canto a mensagem da saudade...

Mundéu tradicional dos meus amores,
Enquanto tu remoças com as flores,
Com elas rumarei à Piedade.


S.Paulo,11 de agosto de 1971



                                     Amidicis Diogo Tocantins - Prosa e Poesia

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Poesia de Sexta: A VIDA

POESIA DE SEXTA 


A VIDA

Foi-se me pouco a pouco amortecendo
A luz que nesta vida me guiava,
Olhos fitos na qual até contava
Ir os degraus do túmulo descendo.

Em ela se anuveando, em a não vendo.
Já se me a luz de todo anuveava;
Despontava ela apenas, desapontava
Logo em minha alma a luz que ia perdendo.

Alma gêmea da minha, e ingênua e pura
Como os anjos do céu(se o não sonhavam...)
Quis mostrar-me que o bem bem pouco dura.
Não sei se me voou, se ma levaram;
Contar aos que inda em vida não choravam.

S/Data.


Amicidicis Diogo Tocantins - Prosa e Poesia 
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